Eu quero ser essa Geração de "Mães de Tourettes" que luta e dá voz à essas crianças e jovens que sofrem discriminação e julgamentos, por causa de seus tiques, sons e caretas que fazem.
Eu quero espalhar pra tantos quanto puder que a Síndrome de Tourette não é Possessão malígna e muito menos loucura.
Quando eu assino Mãe de um Tourette, eu não estou deixando de ser a Scheilla Lobato , nem a mãe do Gu, do Gui e do Pedro. Muito menos estou anulando quem o Fellipe é.

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